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CDS de Viana sobre a Tourada: "O líder não fomenta a conflitualidade"

O CDS de Viana do Castelo, através de Aristides Sousa, denunciou pressões e intimidações cometidas sobre a Protoiro e os cidadãos de Viana.
17 de Agosto de 2012 - 14:29h Notícia por: - Fonte: - Visto: 913
CDS de Viana sobre a Tourada:

A dois dias da realização da corrida que repõe a liberdade cultural em Viana do Castelo, já está de pé a praça de touros que vai celebrar o regresso da liberdade cultural a Viana e o fim da censura cultural. No entanto continuam a surgir as pressões e atropelos contra os organizadores da Tourada e aos aficionados Vianenses.

O CDS de Viana vem agora a público denunciar aquilo que classifica como os “expedientes” que José Maria Costa “tem usado com vista a intimidar os revitalizadores das tradições taurinas em Viana do Castelo, instigando animosidades inusitadas, favorecendo a violência e a coação, e obstaculizando através de expedientes o sucesso do evento”. Dá como exemplo “a alegada inaptidão dos terrenos para a instalação do recinto amovível, a potencial esterilidade dos terrenos após a desmontagem da praça, a visita de técnicos da Câmara Municipal ao local onde se montou a praça de touros amovível, dizendo que a área não se encontra conforme os artigos matriciais, enquanto os proprietários no local confirmam o contrário”.

Grave, acrescenta Aristides Sousa, “é o facto de técnicos da Câmara Municipal de Viana do Castelo se terem dirigido aos locais de venda de bilhetes para proibir o ato, exigindo aos proprietários dos estabelecimentos autorização específica para o efeito, e aos promotores licenças para colocação de publicidade do evento”. No entanto, quando quiseram obter as licenças e pagar as taxas depararam-se “com a negação da Câmara Municipal de Viana do Castelo na emissão das mesmas”. Diz ainda não perceber porque é que foram colocadas grandes pedras no caminho marginal da praia de Areosa. “Este tipo de atos confirmam o clima de caciquismo que há anos se vive no concelho, onde a conveniência e a chantagem se impõem para fazer vingar as teimosias do executivo socialista”, acusa Aristides Sousa.

O vereador já anunciou que vai formalizar um pedido de explicações sobre estes atos ao Presidente da Câmara Municipal, bem como sobre as condições de licenciamento que permitiram a instalação de Circo em terreno sujeito aos mesmos regimes e riscos que invoca no pedido de levantamento da providência cautelar dirigido TAFB.

O vereador do CDS diz ainda que se esperava do presidente da Câmara de Viana “mais atenção para os problemas das pessoas e da economia local, para a falta de competitividade de Viana do Castelo decorrente de opções políticas erradas”, tal como se esperava de José Maria “a elevação das festas do concelho e a segurança de todos, usando os seus poderes para mobilizar os recursos municipais e as forças de segurança para a salvaguarda do exercício da liberdade de escolha e de expressão”. “A FESTA em honra da Senhora d’Agonia é a afirmação do encontro dos Vianenses com os seus e com o mundo, em harmonia, enaltecendo as tradições, a história e a cultura de Viana do Castelo. Pela não observância destes requisitos é responsável e será responsabilizada a equipa de José Maria Costa” remata, em jeito de aviso, o Vereador do CDS.

Fonte Radio Geice

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