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Diogo Peseiro Voltou a Impressionar nas Caldas da Rainha

Na etapa das Caldas da Rainha do 1º Ciclo de Novilhadas das Escolas de Toureio, Diogo Peseiro voltou a impressionar.
16 de Agosto de 2012 - 20:50h Notícia por: - Fonte: - Visto: 671
Diogo Peseiro Voltou a Impressionar nas Caldas da Rainha

O I Ciclo Nacional de Novilhadas das Escolas de Toureio, que se tem vindo a desenrolar ao longo da temporada de 2012, também passou pela centenária arena das Caldas da Rainha, na data tradicional do 15 de Agosto. À jornada matinal assistiu um número significativo de aficionados, que com a sua presença são um incentivo acrescido para todos os jovens que se vestem de toureiros.

O cavaleiro Joaquim Brito Paes deixou “bom sabor de boca” no seu debute em público. Com um exemplar da ganadaria da casa, evidenciou desembaraço e intuição. Montado no “Morante”, da quadra do seu irmão António Maria, praticou um toureio sincero, cravando uma série de curtos que entusiasmou. Pelos Juvenis das Caldas da Rainha pegou Lourenço Palha, à segunda tentativa.

Diogo Peseiro (Academia do Campo Pequeno) teve uma passagem impactante pelas Caldas da Rainha. O eral de Infante da Câmara foi o que revelou melhor jogo dos lidados pelos três jovens bezerristas e Peseiro voltou a somar créditos, sempre com muita atitude e recursos. Foi o que aconteceu no segundo par de bandarilhas, com o adversário mais reservado junto a tábuas, mas com o jovem a solucionar com muito mérito. Com a muleta, Peseiro esteve por cima do “infante” e logrou uma faena variada e ligada, com eco junto do público.

Em plano menos brilhante andaram os seus alternantes. A Pedro Noronha (Escola de Vila Franca de Xira) tocou outro “infante” menos colaborador, de investidas mais curtas e a sua participação ficou-se por um airoso saludo capotero com que o recebeu no percal.

Ruben Correia (Escola da Moita) teve por diante um eral de António Silva que veio a menos, mas ainda em fase embrionária da sua carreira, Rúben mostrou-se “verde” e a necessitar de tourear mais.

Como convidado, actuou também João Martins (Escola de Azambuja). O “vinhas” que lhe coube em sorte foi mansote e procurou o refúgio das tábuas, não permitindo um toureio ligado, ainda assim Martins revelou temple nas muñecas e a espaços logrou muletazos com gosto.

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