
O pai de Tozé, que foi contactado pelo empresário na sequência de um programa de televisão em que o pediu ajuda publicamente, faz saber que não recebeu nada ao intervalo da corrida, tal como havia sido combinado, apesar de estar mais de meia praça preenchida, ou sejam, pelo menos 1100 bilhetes pagos.
A família acrescenta ainda que não só não recebeu qualquer quantia como ainda por cima perdeu os 2000 euros que adiantou ao empresário para pagamento das despesas administrativas da organização.
A burla foi mais longe e o empresário deixou por pagar os toiros enviados pela Ganadaria de António Nunes (numa dívida que ascende a quase 12 mil euros), tal como a despesas de montagem e aluguer da praça e mesmo ao trabalho gratificado da GNR.
Por seu turno, o empresário que agora desapareceu e não atende quaisquer chamadas, diz só ter vendido 800 bilhetes e afirma ter sido furtado dinheiro da bilheteira, pelo que só teve prejuízo.
A acção será intentada contra os bombeiros voluntários de Vizela, que figuraram nos cartazes da corrida como entidade organizadora do espectáculo.
Recordamos que os intervenientes actuaram gratuitamente...