
Diogo Sepúlveda declara não ter tomado atenção à composição do espectáculo em que o grupo estava previsto actuar, e, só recentemente ao reparar na Internet que o espectáculo era composto por mais seis grupos de forcados, é que resolveu cancelar a sua participação.
Alega também à empresa que o pormenor de mais seis grupos actuarem nesta corrida, é mais do que um pormenor, é um precedente que o futuro cabo não quer abrir ao participar num espectáculo com estes moldes.
Será que é um precedente assim tão grave participar num festival de beneficência, onde estarão mais seis grupos a apoiar uma associação de beneficência que pretende promover a sua terra?
A empresa TOIROLINDO, Lda., informa que o Grupo de Forcados Amadores de Cascais irá actuar em substituição do grupo de Santarém.