Terça-feira, 15 de Outubro de 2019
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Pablo Hermozo e Diogo Amaro Triunfadores no Montijo

9ª. Corrida de Toiros da Adega de Pégões
30 de Junho de 2019 - 19:08h Crónica por: - Fonte: Taurodromo.com - Visto: 235
Pablo Hermozo e Diogo Amaro Triunfadores no Montijo

Monumental Praça de Touros "Amadeu Augusto dos Santos" - Montijo

Sexta feira, 29 de junho de 2019, Inserida nas Festas de São Pedro;

Nona Corrida de Toiros da Adega de Pégões, com o seguinte cartel:

Cavaleiros: Luis Rouxinol, Pablo Hermozo de Mendoza e João Moura Caetano;

Grupos de Forcados Amadores de Tertulia Tauromáquica do Montijo, Amadores do Montijo e Aposento do Barrete Verde de Alcochete, um curro de

Toiros com ferro e divisa de D. Maria Guiomar Cortes de Moura.

Em disputa um troféu para premiar a Melhor Pega.

A corrida dividiu-se em duas partes, tendo a primeira sido da seguinte forma:

Luis Rouxinol, lidou o primeiro toiro da noite de capa preta com o número 85, com a idade de quatro anos e o peso de 500 quilos.

Começou o seu labor cravando dois ferros compridos de muito boa colocação e de boa nota.

Na série dos curtos cravou cinco ferros e um palmito a pedido do público, nos curtos dou destaque para os dois primeiros, que foram muito bons e o terceiro em sorte de violino,os dois últimos da série foram bons. Uma boa lide com qualidade, pena o toiro nao ter colaborado mais. Porém o público ficou  satisfeito com esta primeira prestação do cavaleiro de Pégões.

Pablo Hermozo de Mendoza, lidou o segundo toiro da noite de capa preta, com o peso de 550 quilos, o número 11 e a idade de 4 anos.

Começou o seu labor cravando dois ferros (rojões), que fizeram o toiro sangrar mais do que é habitual, quando se cravam ferros que os cavaleiros portugueses utilizam. O primeiro foi muito bom e o segundo bom. Ambos muito bem colocados.

Na série dos curtos cravou cinco bons ferros, tendo assim uma grande atuação perante o primeiro toiro do seu lote, agradando muito ao público o seu desempenho e o seu labor nesta primeira atuação.

João Moura Caetano, lidou o terceiro da noite de capa preta com o peso de 520 quilos, o número 10 e a idade de quatro anos.

Na série dos compridos cravou dois bons ferros, embora de forma desigual na colocação.

Na série dos curtos cravou quatro ferros bons, mas uma vez mais desiguais na colocação. Teve uma boa atuação agradável  perante um toiro difícil.

 

Segunda parte da corrida:

Luis Rouxinol, lidou o quarto toiro da noite de caa preta, com o número 99. a idade de cinco anos e o peso de 555 quilos.

Na série dos ferros compridos, cravou dois ferros de alto a baixo, com destaque para um, pois o outro ficou um pouco descaido.

Na série dos curtos cravou cinco ferros e um palmito a pedido do público e em terrenos por dentro e apertados. Na séie dos curtos dou destaque para o terceiro e quarto ferros, bem para o palmito. Atuação muito agradável perante um toiro, que muito cedo mostrou ser pouco colaborador. Não teve muita sorte com o lote, que lhe coube em sorteio.

Pablo Hermozo de Mendoza, lidou o quinto toiro da noite, segundo do lote, de capa preta, com o peso de 568 quilos, o número 100 e quatro anos de idade.

Na série dos ferros compridos cravou dois bons ferros de alto abaixo.

Na série dos curtos cinco bons ferros , que agradaram ao público. Teve assim mais uma grande atuação que agradou aos aficionados.

João Moura Caetano, lidou o sexto e ultimo toiro da noite de capa preta e meano, com o peso de 560 quilos, 4 anos de idade e o numero 100.

Antes de iniciar a sua função, brindou a lide deste toiro aos seus colegas de cartel.

Na série dos ferros compridos cravou dois ferros com destaque para o primeiro , que foi melhor que o segundo e uma vez mais desiguais na colocação.

Nos curtos cravou quatro bons ferros, nao tendo cravado mais, pois não teve toiro para mais. Teve um lote manso e dificil de lidar. Teve uma fraca atuação pois nao teve um toiro fácil de lidar, pelo que foi uma atuação razoável.

A tarefa dos forcados escolhidos por cada um dos cabos, não foi uma tarefa fácil por vezes, devido às carateristicas que os toiros tiveram na hora de investir.

Pelo Grupo de Forcados da Tertúlia Tauromáquica do Montijo, pegou o cabo Márcio Chapa à terceira e com ajuda bem carregada, e Luis Carrilho à primeira numa boa pega e muito bem ajudado pelos restantes elementos junto à trincheira.

Amadores do Montijo, foi à cara do primeiro toiro do seu lote, o cabo do grupo Ricardo Figueiredo, que se fechou com uma boa ajuda dos colegas à terceira tentativa, o segundo do lote ou sea o quinto foi pegado por Isidoro Cirne, que se fechou muito bem à primeira tentativa.

Aposento do Barrete Verde de Alcochete, no terceiro da noite foi à cara o cabo do Grupo Marcelo Lóia, que ficou com dúvidas de muitos espetadores, à primeira tentativa, o sexto toiro, foi pegado à primeira e muito bem pelo forcado Diogo Amaro, que executou a pega da noite, pega muito dura com vários derrotes, mas que o forcado durante vários minutos aguentou sózinho na cara do toiro, até poder consumar esta pega com a ajuda dos restantes elementos do grupo.

Em resumo os toiros lidados nesta corrida, estavam bem apresentados, mas ecepto o lote do cavaliro Navarro, foi melhor de ligar, os demais deixaram muito a desejar, pois foram toiros dificeis, procurando como refúgio a trinceira.

Abrilhantou a Corrida a Banda da Sociedade Filarmónica 1º. de Dezembro de 1854 do Montijo,

A corrida foi dirigida por um Delegado do IGAC, e assessorado por um Médico Veterinário, um Cornetim e um elemento da Polícia local.

A praça apresentou casa cheia, esteve uma noite de temperatura um pouco ventosa por vezes fresquinha. A enchente em muito se ficou a dever à presença do Rejoneador Navarro, Pablo Hermozo.

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